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Relógio do Tempo, Parte 2 é o 2º capitulo de Rex 10.

Sinopse

Rex é teletransportado para outro mundo. Junto com o seu novo aliado, eles exploram esse novo lugar descobrem coisas novas.

Enredo

Rex está em um lugar desconhecido, ele não sabe aonde. Ele não faz ideia do que está acontecendo.

O lugar é bem quente, não quente como um deserto, mas era mais quente onde estava o sítio arqueológico.

A cor predominante do local era amarela. Lá tinha varias rochas, rochas claras, no tom do amarelo.

A maior parte do solo era coberta por terra amarela. Era um lugar normal, o amarelo era natural.

Também havia uma quantia balanceada de grama, bem verdinha.

No lugar havia árvores enormes, se parecia com palmeiras.

Rex estava em um morro. Atrás dele havia muitas montanhas.

Lá do morro dava pra ver tudo. De baixo do morro, à frente, havia um rio. Rex não conseguia ver o inicio, nem o final do grande rio.

Rex não sabia pra onde ir. Ele simplesmente senta e tenta raciocinar no que estava acontecendo.

Nada. Ele não conseguia pensar em nada. Estava preocupado. Queria chorar, mas evitava chorar. Ele queria ficar calmo e não entrar em desespero.

“Filho nunca desista. Vá em frente. Se encha de Fé e nunca perca a esperança!”

Em meio ao desespero, Rex se lembra da pequena frase que seu pai sempre dizia.

Rex fica mais calmo. Ele estava com fome. Faz tempo que ele não comia.

Rex levanta com um sorriso no rosto. Ele estava confiante.

Ele ainda estava no morro, e de lá, mais pra frente do rio, ele observa uma quantidade maior de vegetação.

“Deve ter comida ali.”

Rex desce do morro.

Ele dá uma volta de 360 graus, observando tudo em sua volta. Era tudo diferente. Ele viu muitas coisas novas.

Perto do rio havia umas rochas. Rochas também amarelas. Nela havia insetos que andavam pela pedra.

Eram iguais a besouros, só que maiores e com varias cores. Uns eram vermelhos, outros azuis, outros amarelos, outros eram com mais de uma cor. Havia vermelho com azul, amarelo com laranja, verde com roxo e por ai vai.

Rex queria observar mais, mas a sua fome não deixava.

Rex estava à frente do rio.

Ele não sabia o que tinha lá dentro e também não sabia se era raso ou fundo.

Ele tenta dar a volta, mas parece que o rio não tinha fim.

Rex resolve atravessar o rio.

Ele sobe em um morro e descobre o local mais raso para passar.

A água ia até os seus joelhos. Mas Rex conseguiu passar.

Cuidadosamente ele entra na floresta. Por sorte, quando ele entra, ele já avista cachos de banana em uma árvore. Rex nunca viu uma bananeira tão alta. Ele nem sabe como ele consegue ver aquelas bananas tão lá encima.

Rex salta e se agarra na bananeira. Era uma bananeira estranhamente diferente. Rex só sabia que era uma bananeira por ter bananas lá encima.

Ele começa a escalar a árvore. Suas mãos estavam feridas. Mas Rex não estava percebendo. Ele só foi perceber alguma coisa quando suas mãos já estavam sagrando. Sorte que quando isso aconteceu o cacho de bananas estava ao seu lado.

Ele se estica tentando pegar as bananas. Fazendo isso, ele cai. Ele cai com as bananas na mão. Quando ele cai no chão ele não sente tanta dor como pensou que sentiria.

Ao cair da bananeira ele lembra que tinha se esfolado lá na caverna.

Quando ele estava procurando por machucados e lesões, ele encontra algo que não tinha percebido antes.

Em seu pulso havia um “relógio”. Se parecia com o “relógio” que estava brilhando na caverna.

Será que eles se fundiram na hora do teletransporte?

Rex já tinha visto em alguns filmes e desenhos, duas pessoas que ao usarem o teletransporte ao mesmo tempo apareceram fundidas após o teletransporte. Será que foi a mesma coisa?

“Acho que não.”

O “relógio” se teletransportou primeiro e mais rápido. Rex foi o segundo a se teletransportar e isso demorou mais.

Rex senta perto da bananeira, descasca uma banana e come. Tinha um gosto parecido de uma banana. Era igual a uma banana só que o gosto era ainda melhor. Rex já amava bananas. Era um sonho comer essas novas bananas.

Depois de comer muito, ele se levanta. Já estava satisfeito. Ele se levanta e tenta sair da floresta. Quando ele saiu da floresta, Rex percebeu que todos os seus ferimentos tinham sumido. Nenhuma lesão, nenhum corte muito menos arranhões.

Quando ele estava distraído, houve um som, Rex ouve um som, um estrondo. Um rugido. Rex estava confuso. Quem está berrando desse jeito?

Rex estava assustado, estava com medo. Ele estava sendo perseguido? Rex não fazia a mínima ideia, ele simplesmente fugiu. Ele fugiu. Fugiu pra longe. Não pensou duas vezes. Ele simplesmente correu. Correu pra longe. Ele atravessa o rio bem rápido. Ele não reparou qual parte era mais rasa ou mais funda no rio. Só atravessou.

Do outro lado, ele olha para trás. Não havia ninguém. Rex não estava sendo perseguido. Ele estava salvo da tal ameaça.

Já estava anoitecendo. O “Relógio” não mostrava as horas.

“Que tipo de relógio é esse!”

Rex chutou que seriam umas seis horas. Ele estava cansado. Queria dormir, mas estava com medo. Não sabia o que tinha rugido daquele jeito. Ele também não sabia se existia mais deles.

Ele pensou que uma caverna seria apropriada. Não uma caverna. Poderia haver outros bichos perigosos lá dentro. Rex encontra um lugar. Ótimo. Apropriado.

Em uma montanha, na parte inferior, havia uma espécie de extensão. Como se uma pequena parte da montanha fosse uma parede e a extensão um teto. Rex pensa em ficar lá. Era um ótimo abrigo. Era igual uma caverna, só que sem a parte interior.

Ao redor havia vários arbustos. Atrás dos arbustos esquerdos havia um grande espaço aberto sem nada. Atrás dos arbustos direitos havia enormes árvores.

Rex atravessa os arbustos e entra no seu abrigo. Lá ele descansa. Mas ele escuta um barulho. Não era um rugido desta vez. Era o barulho de folhas se mexendo. O arbusto estava mexendo.

“Quem está aí?”

Ninguém respondeu.

Rex se aproxima. Do arbusto sai uma criatura. Rex já tinha visto esta criatura em filmes e livros. Era um Velociraptor. Um Raptor bem pequeno. Era um filhote?

Rex se assusta e cai no chão.

“Sai de perto de mim!”

Rex estava assustado. Ele estava suando. Ele se rastejava cada vez pra trás. O Raptor o persegue. Ele dava passos longos e rápidos.

“NÃO SE APROXIME!”

Rex já tinha entrado em desespero. Ele não podia se afastar mais. Ele já chegou ao limite. Suas costas estavam coladas na parede. O Raptor estava em frente à mão de Rex. Raptor abre a boca. Rex entra em choque e não conseguia mexer sua mão. O Raptor agacha e morde Rex. Era uma mordida leve. Uma mordida carinhosa. Não estava doendo. Rex volta para si. Ele puxa a sua mão mais rápido do que pôde.

O Raptor olha fixamente para o garoto. Ele vira a cabeça, estava tentando entender alguma coisa. O bichinho pula em cima da barriga de Rex. O menino grita, ele treme e se joga para todos os lados.

“SAI DE CIMA DE MIM!”

O Dinossaurinho sobe nos peitos de Rex. Rex olha atentamente para o bichinho.O Raptor abre a boca. Rex fecha os olhos. O Mini Raptor dá uma mordida no nariz de Rex.

Rex segura o Raptor com força com as duas mãos. Seus polegares estavam em baixo dos bracinhos do Raptor. E seus outros dedos estavam nas costas dele. O Raptor se balança, ele estava sentindo dor. Ele estava emitindo um som, parecia um choro.

Rex fica com dó e com muito cuidado ele o solta. O Raptor volta para o lado de Rex. Ele morde cuidadosamente a mão esquerda de Rex. Com a mão direita, Rex acaricia o Dino. Ele não queria machuca-lo, nem vice-versa.

“Você é bem fofo, sabia?”

O Dinosinho levanta a cabeça e dá uma leve lambida na mão direita de Rex.

Ei! Quer ser meu amiguinho? Também estou precisando de um guia. Você deve conhecer esse lugar melhor do que eu, certo?”

Parecia que ele tinha gostado da ideia. Não que ele disse alguma coisa, afinal ele era um dinossauro, dinossauros não falam.

“Se você vai ser meu amigo, que tal um apelido? Uh... Puppy! Pode ser esse? Puppy simboliza algo pequeno, você é pequeno.”

Puppy gostou, mas claro não falou.

Rex estava pensando em sair do abrigo, mas já estava tarde, depois ele arrumava um jeito de ir pra casa, dormir seria a melhor coisa na hora.

Puppy já estava dormindo. Rex resolve fazer o mesmo. Ele senta ao lado de Puppy e adormece.

Uma fera enorme estava em sua frente. Era uma fera escura, com olhos brilhantes e com grandes presas. Uma fera sombria.

Rex já tinha visto essa fera em algum lugar.

A fera corria em direção de Rex. Ela queria mata-lo.

Rex estava no chão. Estava sentado, estava caído. Por que ele estava sentado? Ele queria levantar. Ele queria correr. Ele queria se mexer. Por que ele não está fazendo a sua vontade? Talvez ele estivesse chocado? Talvez ele estivesse com medo? Ele não se mexia.

Mas não tinha uma só fera. Tinha mais. Tinha mais três. Eram quatro. Mas as outras não queriam matar Rex. Parecia... Parecia que eles queriam protege-lo. Foi isso mesmo?

Uma das novas feras tinha dois chifres enormes na cabeça, virados para frente.

A outra tinha uma espécie de carapaça. Também tinha uma calda cumprida que se parecesse com um mangual.

E a restante tinha vários espinhos, ou melhor, placas enormes em suas costas. Mas também tinhas vários espinhos em sua cauda.

As outras três feras eram diferentes. A primeira parecia ser feita das sombras, mas as outras feras não eram sombrias. A fera com chifres tinha uma aura amarela e brilhante. Não lembrava o sol. Talvez raios?

A fera com carapaça tinha uma aura meio marrom, mas também lembrava o roxo. De algum modo, mas lembrava. Essa fera parecia ser rígida, forte, pesada. Lembrava muito uma rocha ou pedra.

E a fera com placas nas costas tinha uma aura verde. Essa fera sem duvidas era feita de folhas bem verdinhas. Parecia que seu corpo era formado por folhas que iam caindo, caindo e caindo. Não parava de cair, mas de alguma forma, elas formavam uma silhueta de fera quando juntas.

As três estavam lutando contra a primeira fera. Mas por quê?

Rex se levantou. Seu aliado, Puppy, também estava lá. Eles fugiram. Fugiram para floresta. Rex já foi para essa floresta. Foi lá para comer bananas. Bananas? Sim. Rex se lembrava de bananas.

Rex e Puppy corriam, corriam rápido, corriam juntos, de forma sincronizada. Parecia Batman e Robin. A primeira fera persegue Rex. Puppy fica para trás. A fera sombria pisa em cima de Puppy. Puppy foi morto esmagado.

Rex fica chocado com a sena que viu. Rex estava caído de novo. Chocado novamente.

A fera sombria iria atacar Rex. Ele não podia fazer nada. Uma criatura amarela apareceu. Que era brilhante, não como o sol, mas como um relâmpago. Ele possuía dois chifres enormes. Era uma das criaturas que estavam lutando com a fera sombria desde o inicio.

A criatura brilhante atacava a fera sombria com os seus chifres. O dano foi tão forte, que a fera caiu.

Rex não queria ficar lá pra ver a batalha, logo ele se levantou e fugiu. Ele correu para a floresta. Ele estava tentando chegar lá antes, mas o ataque da fera sombria interrompeu isso.

Rex estava na floresta. Ele estava a salvo. Ele acha que estava salvo. Ele não sentia mais salvo. Algo o perturbava. Ele não sabia o que era. Ele caminhou dentro da floresta. Algo o perturbava. Ele estava sendo vigiado. Mas por quem?

Silenciosamente algo pula em cima de Rex. Ele desvia, mas perde o equilíbrio e cai. Era uma criaturinha. Não tão criaturinha, ele tinha o porte médio. Mais ou menos do tamanho de Rex. Parecia com a fera sombria, só além de ser menor, ele possuía outras diferenças. Como se a fera fosse um T-Rex e essa criatura que apareceu de repente fosse um Raptor.

Não era só um. Eram cinco. Os outros quatro não atacaram Rex. Ele aparecerem silenciosamente e cercaram Rex.

Rex estava encurralado, porem, houve uma luz. Uma luz? Não era o sol. Também não era tão grande, então não era aquela criatura. A luz já tinha passado. Mas... Mas Puppy estava lá. Puppy? Quando a luz sumiu, Puppy surgiu. Ele estava om uma luz radiante saindo de suas costas. Que? Cadê o sentido disso?!

Puppy se joga nos inimigos e se transforma em um dragão. Dragão?

Puppy se transformou em uma enorme serpente, com espinhos, dentes enormes... Coisas de dragão. Puppy voava entre os seus inimigos. As outras criaturas pulavam e perfuravam Puppy. Ele se balançava e esmagava os seus inimigos até todos eles serem mortos.

“Valeu Amigão!”

Puppy rugiu. Parecia um trovão.

Antes que Rex perceba, seus peitos estavam sendo rasgados pelas garras de Puppy. Garras? Puppy não era um dragão? Ele não era um filhote? Ele estava parecendo um Raptor adulto. O que está acontecendo?

Rex acorda, era mais um sonho, um de seus sonhos estranhos e sem sentido.

Mas para acabar com o medo, Rex depara com uma cena fofa, Puppy estava todo enroladinho deitado em seu peito. Era fofo de mais para ele aquentar.

Quando Rex acordou, logo, Puppy também acorda.

“Então amigão... Vamos passear por aí?”

Antes de qualquer coisa, Puppy já estava saindo do seu abrigo. Quando estava lá fora, ele chama Rex através de um barulho estranho que emitiu, mas Rex entendeu.

Os dois estavam lá fora, já estavam andando. Rex queria admirar e observar as coisas, mas Puppy estava apressado. De uma hora pra outro, os dois já estavam em uma montanha.

Puppy que conduzia Rex. Ele o conduzia mordendo e puxando a suas mãos ou roupas.

Foi tão rápido que Rex nem percebeu. Puppy era rápido. Talvez ele, de alguma forma, transferiu a sua velocidade para Rex, para que ele possa acompanha-lo. Mas nada parecia ser confirmado, só rumores que circulavam na cabeça de Rex.

Rex não sabia pra onde ia, ele só caminhava para onde Puppy o levava.

Rex estava com calor, estava quente, cada vez mais esquentando. Tinha um barulho estranho também. Algo estava caindo. Caindo do céu. Era uma bola. UMA BOLA DE FOGO! ENORME!

O que Rex iria fazer? Ele iria correr? Dá pra correr? A bola de fogo era enorme. Ele tinha que fazer alguma coisa. Rex não estava preocupado consigo, ele queria proteger Puppy.

Rex fica encostado na parede. Puppy estava entre a parede e Rex. Ele estava protegendo o seu dinosinho. Uma sena fofa, mas mortal.

O dispositivo esquisito de Rex começa a reagir de forma estranha. Ele iria explodir. Só faltava essa.

O corpo de Rex se transforma em luz. Luz pura. Uma luz verde. Seu corpo se transformou em vários feixes verdes que circulavam uma esfera verde. Quando os feixes se encostaram na esfera uma luz muito mais forte foi emitida. A luz pega uma área bem maior. Não se sabe se a luz é verde ou branca, só se sabe que era muito forte. Depois disso, uma esfera maior apareceu, ela se deformou e começou a se formar em um novo corpo. Quando estava se parecendo um corpo, um bem estranho, mais era um corpo, a luz extremamente forte de cor indefinida surge. Assim o corpo de luz que tinha se formado, se transformou em um corpo real, de carne e osso.

Rex estava diferente. Ele estava musculoso, com mãos enormes, pescoço um pouco maior, pele mais grossa, uma... Cauda? Com espinhos que vão até a cabeça? Com... QUATRO BRAÇOS! Sim isso mesmo. Rex não era Rex. Mas Rex se sentia Rex. Ele parecia um réptil, um dinossauro humanoide.

“UAU!”

Rex fica surpreso.

Após de ficar admirando a sua nova forma, Rex, que não estava no corpo de Rex, olha para a pedra. A pedra de fogo seria o seu primeiro inimigo.Com as suas quatro e grandes mãos, Rex segura a pedra com muita força. A pedra tentava cair, mas Rex tentava empurra-la.

Rex era mais forte do que esperava, quando percebeu isso, a rocha estava rachando, ela seria destruída em suas mãos.

Então ele muda de ideia, em vez de arremessa-la para o espaço, ele poderia destruí-la lá.

“CORRA PUPPY!”

Rex pediu para Puppy se afastar para ele não se machucar. Mas esse não foi o motivo de Puppy correr, ele estava com medo... Medo de Rex.

Rex pressiona a pedra, em seguida ela foi destruída. Foi tão fácil. Nem parecia ser real.

Quando parecia que já tinha acabado, Puppy saiu de seu esconderijo, ele se escondeu atrás de uma pedra. Ele colocou a cara pra fora e observou Rex.

Rex olha pra trás. Ele Vê Puppy.

“Pode vir. Não tenha medo. Eu não vou te machucar.”

Puppy sai de seu esconderijo e se aproxima de Rex.

“Possivelmente foi esse dispositivo que me transformou nessa... Coisa. Que tal darmos um nome para esse ser não identificado. Vamos ver... Vou chama-lo de... Qua... Quatro... Dino... Quatrossauro! Isso Quatrossauro. Sabe por quê? Por que ele lembra um dinossauro e ele também tem quatro braços. Legal, né?”

O corpo de Quatrossauro se transformou em luz, se deformou e voltou a ser Rex. Aconteceu a mesma coisa que tinha acontecido antes.

Rex agacha e abraça Puppy.

Puppy morde a camisa de Rex e começa a guia-lo.

Puppy estava levando Rex para um lugar que ele já tinha ido antes. Era perto da floresta que ele tinha entrado. Eles estavam em uma planície próxima.

Puppy parou de se mover, algo estava lhe incomodando. Ele estava sentindo algo. Rex não estava sentindo, mas Puppy estava.

Então Rex escuta um rugido, Puppy também. Era o mesmo rugido que Rex escutou quando estava atrás de bananas.

Além do rugido, o solo estava tremendo. Era algo grande, e ele estava se aproximando.

Rex estava em estado de choque. Puppy salta e morde os dedos de Rex com força. Rex volta ao normal. Puppy começa a guia-lo novamente. Os dois estavam atrás de uma pedra. Uma rocha. Uma rocha muito grande.

Rex dá uma pequena espiada. Em uma pequena espiada Rex vê algo. Era um Tiranossauro. Tiranossauro? Então Puppy não é o único Dino daquele lugar.

Era um T-Rex sombrio. Rex lembrou-se de seus sonhos. Então todos os monstros e criaturas em seus sonhos eram dinossauros?

Então Rex tinha voltado no tempo? O que estava acontecendo?

Personagens

  • Rex
  • Pai de Rex (Mencionado)
  • Puppy (Estreia)

Aliens

Usados por Rex

Curiosidades

  • Rex foi teletransportado para outro mundo.
  • Rex menciona seu pai pela primeira vez.
  • Rex tem mais um sonho estranho.
  • Rex se transforma em seu primeiro alien.
  • É revelado que Rex gosta de Bananas.
  • Rex ganha um amigo novo o Puppy.
    • Puppy é um Raptor pequeno.
  • Assim como o primeiro episodio, Relógio do Tempo, Parte 2também foi remodelado.
    • Relógio do Tempo, Parte 2 foi o segundo episodio que foi remodelado.
    • Na versão original os dinossauros eram descritos como "Dragões", já na versão remodelada eles são descritos como "Criaturas".
    • Na versão remodelada, Puppy usa alguns de seus poderes.
      • Sentir vibrações na terra e Transferência de Poderes.
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