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Relógio do Tempo, Parte 1 é o 1º capitulo de Rex 10.

Sinopse

Rex vai passar as férias de verão com seu avô, e encontra um Relógio em uma caverna.

Enredo

Em uma Planície de muitas montanhas, em um morro estava saindo criaturas das sombras, que sussurravam e repetiam as mesmas palavras lentamente, ”Trevor”. Em quanto elas marchavam pelo monte, uma nuvem negra surgia no céu, cada vez ela aumentava e ficava mais escura. De lá saia um ser humanoide medonho e negro, com os olhos brilhantes no tom de roxo, sendo o único órgão de seu corpo que brilhava, pois seu corpo era muito escuro, feito das sombras.

Mas do outro lado há um morro, onde a luz do sol o refletia, onde não havia sido coberto pelas nuvens negras, do morro surge um garoto, só um garoto, com nenhum exercito. A criatura que surgiu das nuvens olha diretamente para o menino, desce lentamente da nuvem negra.

O humanoide das sobras ergue os braços e abre as mãos, saindo esferas negras e as lançam em direção ao menino. O pulso do menino brilha, ele expele uma luz muito forte, tão forte que uma pessoa normal poderia ficar sega. Do brilho surge um escudo, não um escudo, um campo de força. O campo de força é meio invisível, mas se olhar direito dá pra perceber a sua silhueta.

O ser das sombras levanta as mãos. Seu braço fica em uma forma de diagonal apontado para frente. Ao fazer tal gesto, cria-se um monstro enorme. Igual ao humanoide das sombras, essa fera era extremamente escura. Seus olhos brilhavam em um tom de roxo. Se parecia com um dragão, mas sem nenhuma asa. Possui uma calda enorme. Também tinha presas. Todo o seu corpo era muito escuro. Parecia uma sombra, só que em vez de ser em 2D na parede, ele estava em três dimensões. Seu corpo era meio deformado, parecia que ele se formava e desformava, como uma sombra. O monstro, com muita velocidade, avança pra cima do garoto.

Ao perceber isso, o garoto salta muito alto, um salto que nenhum humano normal conseguiria fazer. O garoto estava mais ou menos três metros do chão. O garoto cruza os braços e tampa o seu rosto, como se fosse se proteger de algo.

O mostro bate nos braços do garoto. Quando o monstro toca no garoto, emite um som muito alto, o som se assemelha a de uma explosão. O impacto expeliu muito vento. A poeira do chão, que não estava mais no chão, tampava a visão de todos. Além de vento, o impacto também expeliu uma luz forte que mudava de cor de vez em quando. De roxo para verde, de verde para roxo, de roxo para verde e continuava.

Assim Rex acorda. Tudo aquilo era um sonho. Um sonho assustador.

“Filho levanta. Você se esqueceu de que iria passar as suas férias de verão junto com seu avô? Já se prepara, pois eu vou te deixar no local de trabalho dele. Ah, não se esqueça, Zoe, sua prima, vai estar com vocês.”

“Tá mãe. Que horas nós marcamos de nos encontrar.”

“14h30min”

“Que horas são agora?”

“15h10min. É melhor você se arrumar logo. Sua prima está que nem louca mandando mensagens pra você.”

“Como você sabe disso?”

“Eu dei uma olhada no seu celular.”

“Mãe eu te disse pra não mexer no meu celular. E como você sabe a minha senha?”

“Eu sou a sua mãe, eu sei de tudo.”

Rex ri.

“Mas deixa de conversa. Vai se arrumar logo.”

“Mas eu nem almocei.”

“Ninguém mandou acordar só agora. Mandarei uma mensagem para o seu avô. Pedirei para que ele arrume algo pra você comer.”

“Tá bom. Vou me arrumar.”

Enquanto Rex colocava a sua calça, ela também pensava em seu sonho. Ele já teve sonhos parecidos, por que só agora isso o incomodava?

“VAMOS LOGOOOO!”

Rex deixa de pensar em tudo, veste a sua calça e sai de seu quarto. Ele desse as escadas e abre a porta da frente.

“Espero que não tenha tanto transito hoje.”

Rex entra no carro e sua mãe começa a dirigir.

“Mande uma mensagem para seu avô e para a sua prima que já estamos indo.”

No caminho a mãe de Rex puxa assunto com ele.

“Bom... Você não está achando ruim a Zoe ir junto com você né?”

“Por que você está perguntando isso?”

“Sei lá. Talvez você quisesse que só fossem homens.”

“Mãe eu te conheço. Sei que é outra coisa que esta te incomodando.”

“Você e a Zoe não estavam brigados? Então eu pensei que-”

“Entendi. Não se preocupe mãe, aquilo já faz tempo. Eu tinha nove anos. Agora eu tenho-”

“Doze. Agora você tem doze.”

“Isso.”

Depois de um tempo de silêncio. Onde só ouvia o musica bem baixinha saindo do radio. A mãe de Rex para o carro e diz:

“Chegamos!”

“Nossa até que em fim”.

Rex dá uma olhada em seu celular para ver as horas

                                    16:00

Já era bem tarde. Já faz quase duas horas que eles estavam atrasados.

Rex pega as suas coisas com a ajuda de sua mãe.

Com todas as malas e mochilas fora do carro, Rex se despede.

“TCHAU MÃE!”

“Tchau filho. Divirta-se”.

Agora Rex estava sozinho. Agora ele deve ir atrás de seu avô.

Rex estava em um sítio arqueológico. Seu vô estava trabalhando como paleontólogo. Normalmente um sítio arqueológico não tem construções ao lado, só varias maquinas de escavação, trailers ou pequenas casinhas. Esse sítio era diferente. Por já terem descoberto muitas, mais muitas coisas lá. Criaram uma espécie de prédio ao lado. Tinha muitas coisas no prédio. Também tinha varias funções, uma delas era de armazém e também como laboratório.

Na entrada do sítio tem um portão, que só abre com a autorização. Rex aperta em um botão do lado e uma voz desconhecida fala com ele.

“Oi. Aqui é o Rex. Tenho a permissão para entrar.”

“Permissão de quem?”

Diz a voz desconhecida.

“Permissão do meu avô. O nome dele é Alan.”

“Só um momento vou ligar pra ele para confirmar a sua permissão.”

Depois de alguns minutos de espera, a voz desconhecida retorna.

“Permissão aceita. Seja bem vindo ao Sítio Arqueológico: Galax.”

Sim. Esse era o nome de lá. Rex nunca soube o porquê desse nome, mas sempre aceitou de boa. Normalmente as pessoas passam pelo portão com o carro. Mas Rex estava sem a carona da sua mãe. Ele terá que andar metros de distancia até chegar ao grande prédio.

De lá até o prédio era tudo terra. Estava ventando muito, enquanto Rex andava, entrava terra em seus olhos.

O portão estava encima de um morro. Mesmo tendo metros de distancia do prédio, seria fácil chegar lá, já que o caminho se tratava de uma decida. O único problema era a terra que era levada pelo ar, mas Rex aquentava.

Rex finalmente chega ao prédio. Era meio diferente de um prédio normal. Em baixo era aberto. Não tinha paredes, não por fora. O prédio era sustentado por pilares. Na parte de baixo tinha algumas salas e elevadores. Quando você pegava o elevador, ao sair, você veria tudo diferente. Do segundo andar a diante, não seguiam o padrão do primeiro andar.

Rex andava pelo primeiro andar. Não encontrava o seu avô. Ele encontrava muitas pessoas, homens, mulheres, jovens, velhos, mais nada de seu avô.

Rex fica aliviado quando escuta uma voz familiar.

“Nossa mais que demora!”

Era uma voz feminina. De uma garota, não de uma mulher já adulta.

Era a voz de sua prima.

“Oi Zoe!”

“Oi Rex! Cadê a sua mãe?”

“Ela já foi.”

“Que pena. Eu queria cumprimentá-la.”

“Zoe você sabe onde está o vovô?”

“Ele falou que enquanto vocês não viam, ele iria resolver umas coisinhas. Ele me mandou esperar aqui. Ele já deve estar voltando.”

“Ok muito obrigado. Mas eu vou procura-lo.”

“Tem certeza? Ele já deve estar vindo.”

“Faz assim, quando ele chegar, me liga avisando, ok?”

“Ok. Boa sorte!”

Rex responde com um sorriso.

Rex procura mais dentro do prédio...

Nada.

Ele sobe para o segundo andar...

Nada.

Sobe para o terceiro...

Nada.

Quarto...

Nada.

Quinto...

Nada de novo.

Rex procura em todos os andares. Quando chega ao ultimo, ele desce procurando de novo.

Oitavo...

Nada.

Sétimo...

Nada.

Sexto...

Nada.

Quinto...

Nada mais uma vez

Quarto...

Rex ia descendo e olhando todos os andares. Em nenhum ele achou o seu avô.

Rex conclui que seu avô estava lá fora. Nas escavações.

Rex pergunta sobre o seu avô para as demais pessoas de lá. Todos respondiam que Alan estava em lugares onde Rex já procurou.

Rex procura em todos os lugares das escavações.

Ele sobe em um morro para ver melhor. Digamos que a vista era linda, mas seu avô não estava lá.

Rex passa por um lugar onde quase ninguém passa. Era um lugar onde não escavaram muito e era pouco explorado. Era perigoso, mas Rex não estava com medo.

Enquanto Rex andava naquele lugar, ele depara com uma caverna. Ele queria entrar, porem, tinha uma placa lá.

                                Perigo
                Lugar pouco explorado. Por favor, não entre.

Com isso, Rex fica com mais vontade de entrar. Imagina se o avô de Rex tinha um laboratório lá dentro e que não queria que ninguém entrasse. Rex pensava assim. O mais engraçado é que Alan é Paleontólogo, não Cientista.

Rex entra na caverna. Lá dentro era escuro e frio.

Enquanto Rex caminhava, ia ficando mais escuro, cada passo ficava mais escuro. Rex não estava percebendo isso, pois estava ansioso para encontrar seu avô mais pra frente.

Quando tudo ficou escuro, a ponto de enxergar nada, Rex percebe na cilada que entrou.

Rex continua andando pensando que seria a melhor forma de sair.

Com todo aquele escuro, Rex tropeça em uma pedra. Rex sente muita dor, não só no pé, mas também em todo resto do corpo, pois ao tropeçar ele cai e rola em uma rampa de pedras, cortando e esmagando partes de seu corpo. Quando ele para de rolar e cair, ele desmaia com varias lesões.

Quando acorda, ele enxerga uma luz forte.

Como uma mariposa, Rex vai em direção à luz. Cada vez que chegava perto ele se lembrava de seu sonho.

Ninguém se lembra do sonho inteiro. Quando Rex estava se aproximando da luz, ele estava lembrando-se de partes esquecidas de seu sonho.

A luz saia de algo que estava entre as pedras. Tinha um montinho de pedras. Dentro do monta saia a tal luz.

Rex retirou pedra por pedra. Quando ele pensou em fazer isso, soava como um trabalho difícil, mas não foi assim. Só as primeiras pedras estavam muito pesadas. Parecia que a cada pedra que ele retirava, ele ficava mais forte. Parecia que quando mais perto ficava da luz, mais forte ele ficava.

Quando ele remove todas as pedras ele vê um...

...Relógio?

Sim. Bom, mais ou menos. Com toda aquela luz, não dava pra ver nada.

Quando o Rex toca no dispositivo, a luz diminui. O dispositivo some. A caverna não estava mais escura, Rex conseguia enxergar, não como se ele estivesse lá fora, na luz do dia. Mas mesmo assim, ele enxergava.

Seu corpo estava brilhando na cor de verde. Ele estava deformando, sendo desintegrado e saindo pequenas partículas verdes que subiam e desapareciam.

Ele estava sendo teletransportado. Mas pra onde?

Ele não sabia.

Personagens

  • Criaturas das Sombras (Sonho)
  • Humanoide das Sombras (Sonho)
  • Rex (Estreia)
  • Mãe de Rex (Estreia,)
  • Alan (Mencionado)
  • Zoe (Estreia)

Curiosidades

  • Por ser o primeiro episódio da Fanfiction, ele estreia os principais personagens dela.
    • Além de Estrear outros personagens menores, como as criaturas sombrias e a mãe de Rex.
    • Alan foi o único personagem principal que não teve sua estreia nesse episodio, mas foi mencionado.
  • Rex sonha com um garoto lutando com criaturas Sombrias.
  • Rex vai passar as ferias de verão com seu avô e com sua prima.
  • Rex encontra em dispositivo em uma caverna de um sítio arqueológico.
  • Esse episódio tem uma certa semelhança com o primeiro episodio de Digimon Fusion.
  • Esse episódio possui tal nome, pois Rex encontra uma espécie de aparelho que se parece com um relógio, que ao tocá-lo, Rex vai para um mundo Pré-histórico.
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